Arapiraca tem a única medalhista de Alagoas na Olimpíada Brasileira de Química 2025
Estudante do campus do Ifal conquistou o bronze na Modalidade A da OBQ, sendo a única representante do estado a subir ao pódio na edição nacional

A Olimpíada Brasileira de Química - OBQ 2025 divulgou o resultado oficial da edição 2025, na última segunda-feira (17). Entre os destaques, está a aluna do Instituto Federal de Alagoas - Ifal Campus Arapiraca, Laura Torres Lima, única medalhista de Alagoas na competição. Ela conquistou o bronze na Modalidade A, destinada a estudantes do 1º e 2º anos do ensino médio. Confira no site da OBQ.
Com orgulho do feito, a discente destacou que sua preparação contou com as dicas em aula do docente de Química do campus, Marcos Rocha. “Eu fiquei muito surpresa com a premiação! O professor sempre nos incentivou a realizar as olimpíadas, e, nesse caso em específico, fiz sem nenhuma expectativa. Mas fiquei extremamente feliz com o resultado e em poder representar o nosso campus e o estado de Alagoas.”
A medalhista revelou o sonho de cursar a faculdade de Medicina e celebrou o bom desempenho na disciplina por ser uma das mais fundamentais para essa trajetória.
Além da honraria obtida, Laura está apta a participar de um exame de conhecimento de laboratório, assim como os demais medalhistas da OBQ. O intuito é formar a delegação brasileira para olimpíadas internacionais de Química.
Para o professor Marcos, a alegria com o resultado é evidente. "É uma vitória para cada um de nós da instituição", comemorou. Segundo ele, nas aulas ele costumava apresentar questões de edições anteriores da OBQ e resolvê-las com os estudantes, com o objetivo de estimular o engajamento e o interesse pela olimpíada.
Sobre a OBQ:
A OBQ é uma competição nacional promovida pela Associação Brasileira de Química (ABQ) e tem como objetivo estimular o interesse pela química entre estudantes do ensino médio, promovendo o conhecimento científico entre os jovens.
A competição é dividida em duas etapas. Na primeira, a fase inicial ocorre na própria escola, com critérios definidos pelo coordenador da escola. A fase seguinte é a participação na Olimpíada Estadual. Cerca de 50 estudantes classificados por estado realizam então o exame nacional teórico, no mês de agosto, com provas contendo questões de múltipla escolha e analítico-expositivas.
Na segunda etapa, acontece a prova teórico-prática na forma de vídeo para os medalhistas, com atividades de laboratório). Os estudantes que se destacarem párticipam do Curso de Aprofundamento e Excelência em Química, oferecido por uma universidade participante e, por fim, são submetidos à prova de seleção final, de onde são definidos os representantes brasileiros para competições internacionais da área.






